“Mantendo a fé e a boa consciência que alguns rejeitaram e, por isso, naufragaram na fé.” (1 Timóteo 1:19)

Imagine que de repente você sinta um cheiro ruim na sua casa. Conforme você anda pela casa procurando a sua fonte, o cheiro fica cada vez mais forte. Então você abre a porta do seu closet, e ali está: um rato morto que você pegou numa ratoeira. O que você deve fazer para se livrar do cheiro? Você se livra do rato. Simples assim. Quando o rato for embora, o cheiro irá com ele.

Então se no caminho da vida, a nossa consciência nos incomoda e a culpa nos esmaga, como podemos nos livrar disso? Nós não desativamos a culpa ou simplesmente tentamos ignorá-la. Nós chegamos à sua fonte. O que a sua consciência está lhe dizendo? Para o que a culpa está apontando? Está apontando para um pecado. E para nos livrarmos da culpa, devemos nos livrar do que a está produzindo, que é o pecado. Então você confessa o seu pecado. Hebreus 10:22 diz: “Sendo assim, aproximemo-nos de Deus com um coração sincero e com plena convicção de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada e tendo os nossos corpos lavados com água pura.”

Podemos dar outros nomes para o pecado, como “erro” ou “pequena falha”, mas Deus ainda vai chamá-lo de pecado. Então por que não damos o mesmo nome? Somos lembrados em 1 João 1:9: “Se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Somente Jesus pode perdoar pecados e tornar a nossa consciência sensível novamente. Ele morreu na cruz do Calvário e derramou o Seu sangue por cada um de nós. Então chame o seu pecado de pecado (o que ele realmente é) e pare de dar desculpas.